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RAÇÕES TRANSGÊNICAS: O QUE PENSAR SOBRE ELAS?

segundaFaz exatamente 20 anos que o cultivo comercial de alimentos transgênicos existe. Ele surgiu nos Estados Unidos e hoje está presente em quase todo o mundo.

Os transgênicos são organismos geneticamente modificados (OGM) e compõem a maioria das rações vendidas no Brasil. Alguns estudos científicos mostram que o consumo de rações transgênicas por cachorros podem gerar doenças relacionadas ao trato digestivo e rins, além de câncer.

Já outros pesquisadores apontam que o cruzamento de espécies para a obtenção de plantas mais produtivas e resistentes a doenças beneficiam a saúde de que consomem estes alimentos, e que as acusações de que estes alimentos causam danos à saúde não procedem, pois eles são igualmente seguros como os alimentos convencionais, já que são consumidos desde 1994 e até hoje não há registro de casos comprovados de alergia ou qualquer outra doença.

As leis de biossegurança reforçam que qualquer produto que contenha mais de 1% de OGM, deve trazer uma indicação na embalagem para mostrar ao consumidor que se trata de um produto transgênico.

Atualmente, quase todas as rações encontradas (até as de grandes marcas) contêm transgênicos. Elas vêm com um símbolo “T” estampado no rótulo, mas ainda poucos donos reparam ou sabem o verdadeiro significado da letra destacada normalmente na cor verde.

Pelo fato de ser um assunto delicado, que envolve grandes marcas, governo e organizações não governamentais, o tema “transgênicos” ainda é pouco discutido no país e, enquanto isso, não temos a certeza sobre riscos no consumo destes alimentos.

As rações livres de transgênicos são um pouco mais caras, mas para alguns donos de animais este é um gasto que vale muito a pena, pois não expõe seu cãozinho a substâncias que possam colocar a saúde em risco. As marcas que não contêm a modificação genética suprem as necessidades nutricionais que o animal precisa e garante que ele cresça forte e saudável. Procure seu veterinário e peça indicação da ração correta para a raça e idade de seu animalzinho. Dessa forma, você o protege de tudo de ruim que a indústria tem a oferecer.

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QUAL TIPO DE RAÇÃO DAR PARA O PET?

0002Saiba qual é a alimentação correta para cães, gatos e animais silvestres.

Muitas pessoas têm dúvidas sobre como alimentar seu pet corretamente, pois existem inúmeras variedades de rações disponíveis no mercado. Gatos e cachorros, animais domésticos mais comuns nos lares brasileiros, precisam ter uma alimentação balanceada para crescerem saudáveis e bonitos.

Para aproveitar e atender a demanda de mais de 30 milhões de cães e 17 milhões de gatos no Brasil, foram criadas e importadas diversas marcas e tipos de ração. Atualmente é possível encontrar a comida certa para cada tipo de animal, levando em conta sua a idade, raça, peso e pelagem. Abaixo, deixamos algumas informações e dicas sobre a alimentação dos animais de estimação, entretanto, é imprescindível que você consulte um médico veterinário antes de iniciar ou trocar a comida do amiguinho.

Existem três tipos de rações nomeadas Standard, Premium e Super Premium. A primeira é a mais econômica, que atende às necessidades básicas do animal. A Premium é aquela mais completa, feita com ingredientes de maior qualidade e tem preço superior à Standard. Já a Super Premium pode ser considerada a “top de linha”, pois é elaborada com as melhores matérias primas do mercado, possui maior palatabilidade e é, na maioria das vezes, enquadrada na categoria “especiais”, porque é direcionada à animais que necessitam de dietas rigorosas.

 

Ração para gatos

Existem dois tipos de ração para gatos: a seca e a úmida. A seca é aquela semelhante às consumidas por cães e, como o próprio nome diz, não contém líquido. Já a úmida (enlatada), possui aproximadamente 75% de água em sua composição, o que auxilia na produção de urina e previne o surgimento de infecções urinárias. Vale lembrar, que, ainda que o proprietário opte pela ração úmida, os gatos precisam consumir bastante água no decorrer do dia.

 

Ração para cachorros

Até os 45 primeiros dias de vida, o cachorro deve consumir apenas o leite materno, que por si só já supre a energia que o animal necessita. Quando filhote – primeiro ano de idade – o cãozinho precisa consumir nutrientes que ajam na resistência e no desenvolvimento de ossos e músculos, por isso, é essencial que nessa fase seja dada apenas ração especial para filhotes.

Durante a vida adulta o indicado é que o animal consuma a quantidade de ração estabelecida pelo fabricante da ração, divididos de 2 a 3 vezes ao dia. Nesse período, é muito importante que ele faça exercícios físicos regulares para não ficar com sobrepeso, o que pode facilitar o surgimento de problemas de coluna, respiratório, cardíaco, entre outros.

 

 Ração para animais silvestres.

Existem também no mercado rações específicas para aves, répteis e pequenos mamíferos que os manterão mais saudáveis. Esses animais devem comer alimentos de acordo com o que encontrariam na natureza para sua alimentação.

Seja o seu pet um cão, gato ou outros animais, não é recomendável compartilhar alimentos humanos com eles. Os animais têm necessidades nutricionais diferentes dos homens e, alimentá-los como se fossem crianças, pode comprometer a saúde e atrapalhar o desenvolvimento.

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O meu cachorro come de Tudo. E agora?

segundaMuitas crianças já utilizaram a frase “O meu cachorro comeu, professora!” como desculpa para não entregar um trabalho ou uma lição de casa. Mas, e quando isso não é uma desculpa?

Muitos cães têm o abito de mastigar e engolir tudo o que vê pela frente. Este impulso é mais forte em cães mais jovens por conta de seu ímpeto exploratório; mas isso pode ocorre em outras faixas etárias e por outros motivos, podendo indicar algum tipo de doença metabólica, problemas nutricionais, ou mesmo de comportamento.

Este hábito pode ser muito prejudicial ao seu animal. Sem que os donos percebam, é possível que o cachorro engula algo inapropriado, como lixo, plantas do quintal ou até mesmo pequenos objetos.

Em casos menos graves o próprio organismo encarrega-se de eliminar o corpo estranho, pelas fezes ou por vômito, sem causar danos à saúde. Em casos graves podem ser identificadas infecções intestinais até perda de partes do intestino ou peritonite (uma infecção da membrana que envolve os órgãos abdominais). Por este motivo, caso se perceba uma apatia repentina do cachorro, o dono deve encaminhá-lo a seu veterinário de confiança o mais rápido possível.

Perceber alguns sinais podem facilitar a percepção de algo errado;

No comportamento é importante que se perceba uma mudança de atitude do cachorro. A perda de apetite, por exemplo, pode demonstrar que algo não anda bem no sistema gastrointestinal.

As fezes de seu cão podem ter alterações de consistência, de cor ou de odor.

Na urina fique atento a coloração, um xixi claro ou escuro demais às vezes é sinal de intoxicação.

A dor abdominal é outro indicativo que o dono precisa estar alerta. Este é um sintoma clássico de que algo errado está ocorrendo.

Para evitar este tipo de situação, comece retirando de perto do animal qualquer objeto que ele possa engolir por inteiro, como brinquedos, pedaços de couro, tapetes, plásticos e alguns ossos dependendo do formato e tamanho. Verifique todos os objetos que estejam espalhados pela casa e ao alcance dos animais. Evite dar comidas como peixe e frango que possuam espinhos ou ossos pequenos.

Seu cão é como uma criança, necessitando sempre de sua supervisão. Fique atento.

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O cão e o gato, Amigos ou Inimigos? A convivência no mesmo ambiente.

sextaDurante anos, quando se falava em ter cães e gatos na mesma casa numa convivência pacífica, as pessoas achavam que tal acontecimento era impossível de acontecer, devido ao instinto caçador, necessidade de marcação de território e estilos de vida opostos de ambos os animais. Mas será mesmo impossível manter cães e gatos em harmonia? Será que não podem existir animais que, apesar de espécies diferentes, se possam se dar bem?

Claro que pode, os nossos melhores amigos também podem ser os melhores amigos uns dos outros. É claro que para que isto aconteça, o primeiro contato entre os nossos felpudos terá de obedecer a alguns cuidados, para que a primeira impressão um do outro não seja negativa.

O processo de adaptação dos nossos animais é algo muito importante. Nos primeiros dias teremos de ter alguns cuidados para que estes não se ataquem, nem se revoltem. Vigie sempre o cão e o gato quando estiverem juntos, de modo a evitar que algo de mal aconteça, quer entre os animais quer na harmonia de sua casa.

Quando se quer ter vários amiguinhos, convém ter espaço suficiente para que estes possam brincar. Quanto maior o espaço deles, maior será a probabilidade se sentirem à vontade e brincarem uns com os outros. Caso o espaço que se disponibilize para eles seja muito pequeno, ele poderão sentir ciúmes e terão a sensação que o outro está invadindo o seu espaço, causando brigas entre eles. É igualmente importante hever espaços isolados, para que os animais possam se refugiar uns dos outros, evitando novas brigas.

Não há empecilho em juntar cães com gatos em qualquer idade, mas quanto mais tarde junta-los, mais difícil será a adaptação deles um ao outro. A idade ideal é até os seis meses do gato e o ano do cão.

Quando o cão já estava na casa e só mais tarde se introduzir o gatinho, deverá ser ensinado previamente ao amiguinho mais velho todas aquelas vozes autoritárias: “senta”, “quieto”, “deita”,etc. , para que quando o elemento mais novo da família chegue seja mais fácil “domar” o cachorro. Essas palavras de controle sobre o cão servirão para o caso dele tentar atacar o gato. Deixe também o cãozinho preso enquanto o felino conhece toda a casa, para que este se habitue a casa e o cão se habitue a presença de outro filhote na casa.

Quando o gato é o mais velho na casa, tem que se manter o seu espaço nos primeiros dias. Deixe a comida do gato em um local onde o cão não terá acesso, pois assim este não sentira que a sua propriedade foi invadida. Só quando o seu bichano se sentir confortável com o outro animal é que o poderá coloca-los juntos.

Não se esqueça! O principal é dar amor e carinho a ambos e mantê-los sob vigilância durante todo o processo de adaptação.

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