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Cinomose, conheça mais sobre esta doença.

CinomoseA cinomose é uma doença que acomete cães mais jovens em seu primeiro ano de vida, mas pode também infectar animais mais velhos que não tenham sido imunizados anteriormente.

Podendo atingir vários órgãos sendo altamente contagiosa, a cinomose é causada por um vírus que sobrevive por muito tempo em ambiente seco e frio. Porém é um vírus muito sensível ao calor, luz solar e desinfetantes comuns, dura em média três meses no ambiente após a retirada do portador.

Pode ser transmitida através de animais que se contaminam por contato direto com outros animais já infectados, ou pelas vias respiratórias, pelo ar contaminado ou por fômites, que são objetos que já tiveram contato com o portador da cinomose.

Os sintomas que podem ser identificados são, perda de apetite, corrimento ocular e nasal, diarréia, vômito e sintomas nervosos (mioclonias conhecida como “tiques”, convulsões e paralisias), dificuldade de respirar e febre, podendo vir a óbito dependendo do estado do animal.

O tratamento é realizado através do uso de medicações para o controle dos sintomas, dependendo da fase da doença. Caso a doença seja combatida são comuns a existência de sequelas, principalmente neurológicas como, paralisias ou tetraplegias. Animais com sequelas podem ser tratados atualmente com acupuntura e fisioterapia com grande sucesso na maioria dos casos.

Para a prevenção desta doença é muito importante a vacinação, os cães podem ser vacinados com seis meses de idade, filhotes devem receber três doses desta vacina na primeira fase da vida. Posteriormente os cães devem receber uma dose da vacina anualmente

Hoje no Brasil somente uma pequena parcela da população canina está imunizada contra esta doença, embora, periodicamente, haja campanhas especiais para conscientizar a população, o número de vacinações no País ainda é muito pequeno. Com isso, a cinomose segue se espalhando pelo País.

A cinomose não é uma zoonose e, portanto, não tem a capacidade de atingir seres humanos, que podem interagir com animais doentes sem maiores problemas.

Com a agressividade da doença e a facilidade de prevenção não fica nenhuma dúvida em relação ao que deve ser feito: mantenha a vacinação do seu animal em dia e faça visitas periódicas ao seu médico veterinário.

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Doenças de pele em seu cão

sextaVocê notou que o seu cão está com falhas na pele, queda de pelos e coceira em excesso? Então seu amiguinho pode estar com algum tipo de doença de pele, fique atento.

Os problemas dermatológicos podem ser comuns em cachorros, portanto verifique os sintomas e livre o seu amigão do incômodo o mais breve possível. As doenças mais comuns são:

As Alergias, mais comum entre os quatro patas, sejam cães ou gatos, é a alergia à picada de pulgas, DAAP. Outra alergia comum é a chamada atopia, que nada mais é do que hipersensibilidade a ácaros, bolores e pólen. E também podem ocorrer alergias alimentares, relacionadas ao consumo de carne de boi e frango são as mais frequentes. Produtos de limpeza utilizados nos ambientes onde os pets vivem, podem ser desencadeantes de alergias.

As Micoses, costumam atingir cães e gatos com menos de 1 ano de idade e são transmitidas pelo contato com a terra, outros animais ou objetos contaminados, como toalhas e tapetes.

As Sarnas, existem dois tipos de sarnas, a primeira é a escabiose que pode ser transmitida para outros animais e para os homens, e a segunda é a Sarna Negra que é transmitida da mãe para o filhotinho nas primeiras horas após o nascimento.  Pode causar graves lesões e é possível controlá-la, mas nunca curá-la.

As Infecções bacterianas (Piodermites), apesar de serem confundidas com micoses ou alergias, aparecem como consequência delas, assumem variados aspectos que se assemelham com as demais dermatites e por isso precisam ser diagnosticadas e tratadas a partir das suas causas para evitar seu reaparecimento.

Problemas Hormonais, como o Hipotireoidismo e a hiperadrenocorticismo podem se transformar em piodermites crônicas que alteram a cor da pele, além de estarem acompanhadas do sobrepeso.

Para que possamos tratar estas doenças com eficácia, o diagnóstico precoce é de muita importância, por isso ao menor sinal de coceiras excessivas manchas na pele, entre outros sintomas procure imediatamente o seu veterinário, assim com o diagnóstico correto e o tratamento precoce, podemos evitar o sofrimento de seu amiguinho.

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ANIMAIS EXÓTICOS: ELES TAMBÉM MERECEM MORAR NA SUA CASA (E NO SEU CORAÇÃO)

quintaPor mais que os animais prediletos dos brasileiros continuem sendo os cães e gatos, atualmente existem diversos bichos que podem ser adotados como animais de estimação. Eles vão desde cobra o macaco e assumem um papel fundamental na vida de qualquer pessoa: ser um grande companheiro.

Entre os animais de estimação exóticos mais comuns no Brasil estão a chinchila, o sagui e a iguana, além, é claro, o tigre d’água, a tartaruguinha de aquário que originou o nome da nossa clínica veterinária.

Chinchila: esse roedor é um dos bichos considerados “mais fofos” para se ter em casa. A chinchila possui hábitos noturnos, é silencioso e muito dócil. Chegam a pesar 300 gramas e se alimentam de ração e frutas. É indicada a compra de gaiolas espaçosas que contenham acessórios para o animalzinho brincar.

Sagui: é um macaquinho bem pequeno que, apesar de exótico, já se tornou bastante popular no Brasil. É uma espécie bem apegada ao dono e sua alimentação deve ser regrada com rações balanceadas.

Iguana: ter esse réptil em casa já foi moda entre os brasileiros. Sua criação não dá muito trabalho e o principal cuidado que o dono deve ter é em relação a temperatura dos ambientes, pois ele é muito sensível ao calor e frio extremo. Para as iguanas também existem rações próprias.

Tigre d’água: xodó de todos os que a têm como animal doméstico, essa tartaruguinha de aquário, que possui cores deslumbrantes é comum no país. O único problema em torno da sua criação é: o aquário pode se tornar pequeno! Isso porque a fêmea, por exemplo, pode chegar até os 30 centímetros.

Existem ainda espécies que assustam ou amedrontam a maioria das pessoas. É o caso das aranhas e cobras. Elas podem parecer perigosas, mas também podem ser domesticadas. A personagem Shirley interpretada pela atriz Viviane Pasmanter na novela “Em Família”, da Rede Globo, convive e trata como filha sua cobra “Serafina”. O que a trama tenta transmitir já é realidade para muitos brasileiros: cuidar de uma cobra e construir uma relação de afeto com o animal é possível sim!

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