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Conheça os cuidados que deve ter com o seu cão na época mais fria do ano

sexta-blogO INVERNO CHEGOU!

Conheça os cuidados que deve ter com o seu cão na época mais fria do ano.

O inverno chegou e as preocupações para quem tem um cãozinho como companheiro de vida também. Apesar de algumas raças se adaptarem melhor ao tempo frio, existem cuidados essenciais para proteger o pet nesta época do ano.

A primeira e mais importante medida a ser tomada é o modo de como se deve abrigar o animal. Os cachorros de pelo mais curto requerem cuidados dobrados, pois a sensação térmica para eles pode ser ainda mais intensa.

Para aqueles que dormem fora de casa é recomendado posicionar as casinhas contrárias às correntes de vento. Já para os que vivem dentro de casa, a indicação são as caminhas próprias para cães. Ambas as opções devem ser complementadas com colchonetes e edredons – encontrados facilmente em pet shops. Isso ajudará a reforçar a proteção.

As roupinhas para cães também são ótimas alternativas para esquentar o animalzinho. Hoje já é possível encontrá-las no mercado em diferentes tecidos como moletom, lã e algodão. Mas vale lembrar que algumas malhas podem causar alergias, por isso, é essencial estar atento a adaptação do animal à roupinha.

Alguns especialistas indicam aumentar o consumo de ração durante o inverno, pois o cachorro, seja filhote ou adulto, tende a gastar mais energia em ambiente de temperatura mais baixa. Mas antes de alterar a dieta procure um veterinário para pesá-lo e ter a orientação adequada quanto a necessidade da cada pet.

Em dias muito frios o proprietário pode remanejar a data do banho.  Além disso, ele deve atentar-se à temperatura da água e também a exposição do animal ao vento logo após o banho. Os veterinários recomendam que durante a época de frio os banhos sejam feitos entre às 10h e 16h, período do dia em que normalmente é mais calor.

Assim como acontece com os seres humanos, a saúde dos cãezinhos fica mais vulnerável durante o inverno. Por isso, é muito importante que o animal esteja sempre com as vacinas em dia!

Siga as dicas acima e, qualquer dúvida, procure o seu veterinário de confiança.

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SAIBA POR QUE FILHOTES DE CÃES E GATOS EXIGEM ATENÇÃO DOBRADA!

sexta-blogAssim como um bebê, um filhote de cão ou gato é frágil, indefeso e exige cuida dos especiais para que ele se desenvolva e cresça forte e saudável. No geral, o tratamento de felinos e caninos se assemelha nessa fase da vida (que consiste até um ano de idade), mas é muito importante saber como, quando e porque tomar certas medidas.

Quando é indicada a primeira vacinação?

Antes de iniciar o ciclo de vacinação, especialistas indicam que entre os 25 e 30 dias de vida, seja realizado um exame de fezes nos filhotes para identificar possíveis parasitas. Feito isso e identificada a presença de vermes, deve-se iniciar a vermifugação, que é repetida após 15 dias e, depois, conforme indicação do veterinário. A dosagem é calculada de acordo com o peso dos bichinhos.

Os gatos e cachorros devem receber a primeira vacinação em torno de 45 a 60 dias de idade. Para os gatos, a primeira vacina é a de “vacinação múltipla”, que previne o bichano de diversas doenças como Rinotraqueíte, Calicivirose e Panleucopenia.

A primeira vacina do cãozinho também previne uma série de doenças e é chamada de Vacina Polivalente (V10). Além desta existem ainda vacinas contra giardíase e gripe. O esquema de vacinação adequado é indicado pelo médico veterinário em sua primeira consulta.

Ambos os filhotes precisam ser vacinados contra a raiva após os três meses de vida. Todas as vacinas necessitam de reforço anual.

 

Como devo alimentar meu filhote?

Não há nada que substitua o leite materno – isso vale também para os animais! Até os 45 primeiros dias de vida, o leite é capaz de suprir toda energia e proteína que o animal necessita. Após esse período, os gatos e cachorros devem comer ração especial para filhotes, que os ajudará na resistência a doenças e no desenvolvimento dos ossos e músculos.

 

A partir de que idade posso castrar meu animal?

Decidido a não reprodução, o dono pode castrar seu gato ou cachorro a partir do quinto mês de vida e após o término da vacina. É importante lembrar que esse procedimento deve ser realizado por profissional especializado, em hospital veterinário de confiança.

 

Educação e higiene. Como fazer?

Existem inúmeras dicas de higiene e educação, por isso, vamos falar das mais básicas, que devem ser realizadas quando o pet é ainda é um filhote.

Chame o seu pet pelo nome desde o primeiro dia de vida. Essa é uma das coisas que o ajudará a educá-lo.

Desde pequeno você deve dizer “não” ao animalzinho. Ele precisa entender que essa palavra é um sinônimo de proibição. Mas atenção: nunca grite com seu pet! Os animais têm audição bastante aguçada e, apenas pronunciando com voz firme, ele entenderá a mensagem.

Sobre a higiene, para você que mora em apartamento, o ideal é que saia com seu cachorro sempre após as refeições (e leve seu saquinho para recolher as fezes). Caso não seja possível, existem hoje no mercado tapetes higiênicos absorventes que podem ser utilizados. Em animais que vivem em ambientes amplos e canis é necessário a utilização de desinfetantes especializados, que são encontrados na maioria dos pet-shop. Já o gatinho necessita, em qualquer ambiente, uma caixa de areia individual para realizar suas necessidades.

Caso o animal esteja sadio, os banhos podem ser realizados após os 45 dias de vida. Dependo da raça e porte do animal, unhas, pelos e dentes devem ser higienizados periodicamente. Para saber se há necessidade desses cuidados, leve o bichinho para receber uma avaliação de um médico veterinário.

 

De todas as dicas acima, não podemos deixar de fora a principal lição para quem pretende adotar um filhote de gato ou cachorro: brinque e ame seu bichinho. Um filhote é como uma criança: apronta, desobedece, chora, adoece e requer muita atenção. Por isso, cuide e ofereça a ele todos os cuidados necessários, pois com certeza ele será um companheiro inesquecível.

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VOCÊ É UM DONO RESPONSÁVEL?

sextaAcredito que muitos se autointitulam bons donos de gatos e cachorros pelo fato de oferecerem a eles um lar e alimentação. Entretanto, existem algumas obrigações previstas por leis, que são desconhecidas pela maioria dos proprietários.

Apesar de não se ter dados oficiais, especialistas estimam que 10% do total de animais domésticos vivem abandonados. Em 2009, um estudo da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootécnica da USP estimou que mais de 3 milhões de gatos e cachorros vivem em residências paulistanas. Isto é, considerando esse índice temos 300 mil animais abandonados somente na cidade de São Paulo.

Para diminuir esses números hoje temos uma gama leis de proteção aos animais. As mais conhecidas são a Lei Federal 9.605/98, conhecida como Lei dos Crimes Ambientais, que prevê como crime o abandono de animais e a Lei Municipal 13.131/2001 (SP), conhecida como Lei da Posse Responsável, que assegura alimentação, higiene, vacinação, esterilização/castração e registro geral animal (RGA).

A ONG Arca Brasil criou “Os 10 Mandamentos da Posse Responsável de Cães e Gatos”, para informar os donos sobre os cuidados obrigatórios e essenciais que devem ter com seus bichinhos de estimação. Conheça:

1. Antes de adquirir um animal, considere que seu tempo médio de vida é de 15 anos. Pergunte à família se todos estão de acordo, se há recursos necessários para mantê-lo e verifique quem ficará cuidando do animal nas férias ou durante feriados prolongados.
2. Adote animais de abrigos públicos e privados (vacinados e castrados), em vez de comprar por impulso.
3. Informe-se sobre as características e necessidades da espécie escolhida: tamanho, peculiaridades, espaço físico.
4. Mantenha o animal sempre dentro de casa, jamais solto na rua. Para os cães, passeios são fundamentais, mas apenas com coleira, guia e conduzido por quem possa conter o animal.
5. Cuide da saúde física do animal. Forneça abrigo, alimento, vacinas e leve-o regularmente ao veterinário. Dê banho, escove e exercite-o periodicamente.
6. Zele pela saúde psicológica do animal. Dê-lhe atenção, carinho e ambiente adequado.
7. Eduque o animal, se necessário, por meio de adestramento, mas respeite suas características.
8. Ao passear, recolha e jogue os dejetos em local apropriado.
9. Identifique o animal com plaqueta e registre-o no Centro de Controle de Zoonoses ou similar, informando-se sobre a legislação do local.
10. Evite as crias indesejadas de cães e gatos. Castre os machos e as fêmeas. A castração previne doenças, garante o bem-estar dos animais e é a única medida definitiva no controle das populações de cães e gatos.

O mais importante na relação entre dono e animal de estimação é a existência de amor. Se esse sentimento existir as demais responsabilidades serão cumpridas naturalmente. Ame, cuide e denuncie maus-tratos contra animais. Ligue para 181

Por Bruna de Paula

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RAIVA: SAIBA COMO PROTEGER SEU PET DESSA TERRÍVEL DOENÇA

sextaMuitos já ouviram falar e todos a temem, mas poucos sabem o que realmente é, como é transmitida e quais são os sintomas da raiva, doença considerada uma zoonose por afetar animais e pessoas.

Antes de conhecer um pouco mais sobre a doença, é importante saber: a única maneira de preveni-la é vacinando seu animal de estimação. A partir de três meses de idade os cachorros e gatos devem ser protegidos anualmente com a vacina. Dessa forma, o animal, a família e o lar estarão livres de qualquer suspeita.

A raiva é uma das doenças infecciosas mais antigas do mundo e é transmitida pelo contato com a saliva de um animal infectado. O período de incubação do vírus dura de semanas a meses, portanto, a doença pode chegar a ser percebida pelos donos depois de muito tempo. Nos seres humanos ela se dá principalmente a partir da mordida de um cachorro ou gato que já possui a doença.

Segundo autoridades, no Brasil a raiva é controlada há anos, mas para que os surtos não sejam novamente uma ameaça à vida, os animais domésticos devem ser vacinados periodicamente. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada ano mais de 50 mil pessoas morrem de raiva no mundo, especialmente em países da África e da Ásia, regiões onde ocorrem 95% das mortes pela doença.

Pelo fato de atingir o sistema nervoso, o animal com raiva tende a apresentar agressividade e salivação excessiva – primeiros sinais de que há algo errado com ele. Após contrair a doença pode ser identificado: aversão à luz, rouquidão (mudança no latido), dificuldade para engolir e paralisia das patas traseiras. O quadro de raiva evolui rapidamente e entre cinco e sete dias o bichinho pode ser levado a óbito.

O ser humano pode ser vacinado logo após ter sido mordido por um animal doente, mas caso contraia a doença, também passará por uma rápida evolução do quadro. Os sintomas comuns são cefaleia, febre moderada, tontura, dor no corpo e vômitos. Apesar de a resistência humana ser maior, a raiva também é fatal na maioria dos casos registrados.

“Nos casos de suspeita da doença o proprietário deve se encaminhar ao Instituto Pasteur, com a carteira de vacinação do animal, quando este é de ambiente conhecido.”

A Campanha Nacional de Vacinação Contra a Raiva ocorre normalmente em agosto, mas é válida o ano inteiro e, por isso, é muito importante que os proprietários procurem uma clínica de confiança o quanto antes para assegurar a imunização do pet.

Cachorros e gatos felizes são aqueles livres de doenças que poderiam ser evitadas! Respeite, ame e cuide do seu animal de estimação. Vacine-o contra a raiva.

 

Por Bruna de Paula

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